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Pilula azul ou vermelha?


Tenho recebido a mesma questão de muitos professores interessados em saber o que é o tão falado “Matrix”.

“Matrix” é uma palavra usada por Gary Gray que descreve uma organização lógica e progressiva de movimentos e exercícios com um propósito específico.

Entendendo primeiramente os princípios do movimento, esse processo de pensamento te dá à liberdade de criar ações (movimentos) adequadas de uma forma consciente e assim estimulando reações (movimentos) de uma forma subconsciente. Dependendo do objetivo podemos criar diferentes formas do Matrix, ajustando a posição, triangulação (altura, distancia, e direção) o driver, carga, velocidade e a duração. O Matrix system pode ser usado desde a reabilitação até para o atleta de alto nível.

Para entender esse “processo” é necessário entender primeiro quais são as opções básicas de movimento em cada plano e que a função muscular depende do contexto. É importante ficar claro que isso não é um sistema com regras e sim um processo de pensamento baseado em princípios.

Realmente nos ensina a pensar e reavaliar não só o que estamos fazendo mas principalmente por que! Você como especialista em Pilates, Musculação, Artes Marciais, Futebol, Vôlei ou qualquer que seja sua especialidade terá uma quantidade incrível de informação para acrescentar a sua modalidade. Esses princípios também podem ser aplicados a qualquer tipo ferramenta e eu tenho visto que a maioria das pessoas que participam do nosso curso de Avaliações Avançadas do Movimento já conseguem por em prática o que aprendem durante o fim de semana de uma maneira muito eficiente.

Quebrar paradigmas e ir muito além da metodologia tradicional (que é totalmente necessária mas já não é suficiente) é um dos principais objetivos desse curso. 

Tenho mais algumas questões e dúvidas pra responder mas primeiro tenho que acabar de treinar alguns alunos...

Um grande abraço e sucesso pra todos!!!

Santiago McCarthy
Equipe ADF

O QUE ACONTECE QUANDO O PÉ TOCA O SOLO?

Já dizia Gary Gray “Quando o pé toca o solo tudo se transforma”.  Gary se referia a importantíssima função do pé em absorver e transferir forças pro resto do corpo.  O pé é a “chave” que inicia a reação em cadeia que desacelera o corpo inteiro, do calcanhar a cabeça, pra assim depois acelerar.  Podemos então observar a importância da reação adequada do pé em cada passo pra que o tornozelo, joelho, quadril, coluna lombar, torácica, cervical e até os ombros!

Reação em cadeia da perna ao pisar.

Vamos usar a caminhada como exemplo.  Ao pisar o calcanhar everte no processo de aceitação do peso corporal e oferece uma estrutura flexível que se adapta pra fazer o contato com o solo.  Essa eversão do calcanhar  permite que o Tálus deslize causando a rotação interna da Tíbia e Fíbula, que por sua vez causará a rotação interna do Fêmur resultando na rotação interna do quadril. 

Saber essa sequência é importante não só pra entender como o corpo desacelera o movimento mas também analisar o que pode ser melhorado dentro dessa sequência pra que o indivíduo seja bem sucedido a cada passo, lunge, agachamento ou qualquer atividade integrada na posição vertical.  

Ainda observando a mesma perna que acabou de pisar e desacelerar o corpo, agora veremos qual a sequência oposta quando essa mesma perna começa a acelerar pra completar o passo.  A sequência será exatamente oposta ou seja, inversão do calcanhar que é associada a supinação do pé pra fornecer um estrutura mais rígida que ajuda a impulsionar o corpo a frente.  A inversão do calcanhar causará a rotação externa da Tíbia/Fíbula, rotação externa do Fêmur e consequentemente rotação externa de quadril.

Como já sabemos podemos analisar a mesma sequência de uma maneira tridimensional e de uma forma menos global (perna inteira) e mais local (ex: quadril).

Ao tocar o solo com o calcanhar, os movimentos do quadril no plano sagital, frontal, e transversal são respectivamente: Flexão, adução e rotação interna.

A falta ou excesso de movimento em um dos planos em qualquer articulação comprometerá o movimento de toda a cadeia cinética.

DRIVER

Quando avaliamos movimento é sempre importante observar qual é o “Driver” ou seja, qual é a parte anatômica do corpo que inicia uma ação consciente e desencadeia uma reação subconsciente.

Exemplo:
Movimento – Andar/Correr   Driver – Pé. 
Movimento – Arremesso/Soco,  Driver – Mão.

Muitas vezes podemos desencadear uma reação no membros inferior, por exemplo pronação do pé esquerdo, usando a mão direita como driver e alcançando 45 graus a direita na altura do ombro.  

Além da pronação do pé esquerdo vamos também desencadear uma dorsiflexão?  De novo com a mão direita vamos alcançar 45 graus a direita ate a amplitude máxima desse movimento mas dessa vez a altura do quadril.  Você notará que pra não cair você subconscientemente flexionará o joelho esquerdo causando uma dorsiflexão do tornozelo.

Se usamos um “driver” da parte superior do corpo dizemos que o movimento tem um “driver” “top-down” (de cima pra baixo).  Se o movimento começa com a parte inferior chamamos o “driver” “bottom-up”.

Vamos dizer que seu cliente ou atleta quer proteger uma parte do membro inferior devida a uma lesão mas ao mesmo tempo precisa estimular a mesma.  O que fazer?


Usar um movimento “top-down”.  Quer dizer, usar os membros superiores pra desencadear uma reação indireta e adequada nos membros inferiores de forma que não coloque muito stress na área afetada mas que ao mesmo tempo estimule a região.

E ai, deu pra entender melhor como nos comunicamos?


Santiago McCarthy
Equipe ADF

O conhecimento da Universidade é suficiente para um Personal Trainer?

Estamos a pouco mais de um mês do curso de Avaliação Avançada do Movimento e pra que você aproveite mais a informação a ser passada todas as semanas até o curso vou mandar um e-mail com a informação básica necessária pra uma compreensão mais profunda sobre o assunto.  É um prazer e uma honra ter você conosco e compartilhar as informações mais avançadas sobre movimento humano! 

O objetivo é sempre estimular um processo de pensamento diferente do tradicional. Minha esperança é que com essa informação você possa adicionar ao seu conhecimento profissional um repertório ilimitado de opções pra avaliar - corrigir - fortalecer.

Será que o modelo anatômico tradicional é suficiente pra entender movimento?

Entender como os músculos funcionam e se integram é muito complexo.  Admitir o quanto NÃO  sabemos a respeito da função muscular integrada vai nos ajudar a entender que se nos focarmos nos  “movimentos” em vez de “músculos” estaremos indo na direção correta.  

Pra isso temos que entender um pouco de anatomia MAS se aceitarmos que movimento é Tridimensional e integrado, o modelo tradicional de anatomia apesar de importante, não é suficiente pra entendermos a ação muscular durante o movimento!

Ação muscular tradicional:
Concêntrica – Origem se aproxima da inserção. (Músculo encurta ou acelera)
Excêntrica – Origem se distancia da inserção. (Músculo alonga ou desacelera)
Isométrica – Origem e inserção se mantém fixas. ( Músculo estabiliza)

Bom mas básico!

Vamos lembrar que os músculos primeiro desaceleram movimento (qualquer movimento) pra depois acelerar.  Na fase de desaceleração nem todos os músculos são excentricamente desacelerados em todos os planos! Mesmo na fase de desaceleração do corpo alguns músculos são ativado excentricamente em um plano e concentricamente no outro plano. E o mesmo ocorre na fase de aceleração.  A combinação de aceleração e desaceleração e chamada de contração Co-concêntrica de acordo com uns autores como Verkoshansky ou Ecocêntrica conforme Gary Gray.  O músculo não decide nada é o movimento  que estimula os proprioceptores que vão ativar os músculos!

Exemplo:  O gastrocnêmio é responsável pela flexão plantar.  Qual o movimento que é desacelerado???
Correto, e a dorsiflexão!  Em movimentos autênticos como andar, primeiro vamos ter uma dorsiflexão pra depois realizar uma flexão plantar. (Exemplo no plano Sagital)

Entendendo isso agora vamos pros outros planos de movimento.

O Gastrocnêmico também inverte o pé (supinação) então qual é o movimento que ele desacelera? É isso aí, EVERSÃO (pronação). (Exemplo no plano frontal)
O gastrocnêmio no plano transversal também aduz o pé. Qual o movimento que ele vai desacelerar?  Claro, abdução!

Anatomia topográfica, que é a anatomia que aprendemos na escola e geralmente só nos diz o que acontece em um plano e por incrível que pareça, sem contar com a ação da gravidade e a posição do corpo.  Anatomia funcional nos dá uma ideia melhor do que acontece nos 3 planos, de uma forma integrada e na posição vertical.  Sim a função dos músculos depende da posição do corpo em relação a gravidade!

Influência dos músculos nas articulações

Um músculo tem ação DIRETA na articulação quando:
Um músculo esta inervado nos 2 ossos que fazem parte dessa articulação.
O músculo esta inserido em 1 dos ossos que fazem parte da articulação mas NÃO a cruza.
O músculo cruza a articulação mas não está inserido em NENHUM dos ossos dessa articulação.

Um dos conceitos críticos pra entender como o corpo funciona é entender que o músculo NÃO tem que cruzar a  articulação pra influenciar DIRETAMENTE aquela articulação!

Exemplo:  O Sóleo, que não cruza a articulação do joelho mas esta inserido na tíbia, que é um dos ossos da articulação do joelho,  terá uma influencia MUITO significante nessa articulação.

Os Isquiotibiais, se originam no ísquio cruzando a articulação do quadril e se insere na tíbia e fíbula com exceção da cabeça curta do bíceps femoral que se insere no fêmur.  É evidente a influência dos ísquios no joelho mas se os mesmos estão inseridos na tíbia e fíbula que são parte da articulação do tornozelo vocês não acham que também terá grande influência no tornozelo mesmo que não cruze essa articulação?  E também por estarem inseridos no quadril (os ísquios) será que não influenciam diretamente a articulação sacro-ilíaca, que a gente sabe que não tem muito movimento mas afeta tremendamente a articulação S1-L5?
Como podemos ver os Ísquios vão DIRETAMENTE influenciar a coluna lombar , a articulação sacro ilíaca, o quadril, joelho, o tornozelo e também a articulação sub-talar!

Ao entender esse processo a ideia de “reação em cadeia” fica um pouco mais clara.

Tá vendo como ainda tem muita coisa pra gente discutir!!! Inscreva-se AQUI

Abraço a todos!

Santiago McCarthy
Equipe ADF


Ainda tem dúvida sobre qual é o melhor exercício?

Meu publico é variado (15 a 90 anos) mas a maioria tem uma coisa em comum...todos apresentam um tipo de limitação ou dor.

Outra coisa em comum é a falta de atividade física na vida dessas pessoas. Tenho o privilégio de trabalhar com bons fisioterapeutas e eles observaram o mesmo.

Meu ponto é...se nosso objetivo é promover a saúde e atividade física, assim aumentando a qualidade de vida das pessoas que procuram nossa ajuda, me pergunto por que há tanta briga e discussão à respeito de qual é a melhor atividade?

Se você, como profissional, gosta de musculação, artes marciais, dança, crossfit, kettlebell, natação etc... Maravilha! Mas será que é isso que seu CLIENTE precisa?

Será que em vez de promover uma atividade especifica nós não deveríamos promover MOVIMENTO em primeiro lugar?

E será que mesmo que eu tenha minha preferência de movimento ou atividade específica eu não poderia adaptá-lo às necessidades únicas do meu CLIENTE sabendo o por que, como, e o que fazer?

Deixo aqui muito mais perguntas do que respostas mas meu objetivo é sugerir que deixemos um pouco de lado nossa preferência pessoal por atividade X ou Y e promovamos um tipo de movimento que seja indicado para os nossos clientes independente do nome da moda.

Nós da área de Educação Física, independente da atividade que gostamos, deveríamos no unir mais para promover saúde através de movimento e menos pra tentar provar que nossa técnica é melhor que a outra.

E esse recado também vai pros meus colegas Fisioterapeutas e Médicos, que também promovem a saúde, pois não há remédio melhor do que a prevenção.

No Dia 21 e 22 de Novembro de 2015 estarei em SP na academia Pro120 não só pra falar de MOVIMENTO mas também pra discutir como adaptar a sua atividade favorita as necessidades de teu cliente!





Ainda temos algumas vagas até dia 13 de Novembro, e depois disso os descontos acabam!

Clique aqui: Módulo de Avaliação Avançada do Movimento, na Certificação Profissional Arte da Força!



Espero ver a todos por lá!

Abraços

Santiago McCarthy Equipe Arte da Força

Módulo Básico de Kettlebell - Veja o que estão falando!!!

E mais uma vez, novos amigos do Brasil inteiro nos fizeram sentir uma satisfação enorme em compartilhar um pouquinho do...

Posted by Arte da Força on Sunday, August 2, 2015

Novidades do Perform Better Summit, fresquinhas!

O treinamento sempre evolui e cada vez que eu volto para o Summit da Perform Better, sempre fico entusiasmado demais em perceber que realmente não podemos ficar parados, e assim como nossos alunos buscam no ADF fontes de inspiração para continuarem a aprender, ter a oportunidade de participar de um evento com os maiores nomes da nossa área nos serve de inspiração para continuar a fazer aquilo que fazemos melhor: atualizar os professores e treinadores no Brasil.

Nesse ano, além de termos os tradicionais expoentes do treinamento integrado/funcional, (como Dan John, Charlie Weingroff, Gary Gray, Gray Cook, Michael Boyle, Greg Rose, Mark Verstegen, Eric Cressey, Todd Wright, Alwyn Cosgrove, Emily Splichal, Michael Mullin, entre muitos outros), foi um evento especial pois tínhamos dois profissionais com quem trabalhamos diretamente no dia a dia, se apresentando: Charlie Weingroff e Don Saladino. Para o Don, foi a primeira oportunidade de falar nesse evento e o tema que escolheu foi “The Drive to be the best”, que é algo como “O que é necessário para ser o melhor”, e ele falou muito sobre o business de ser a sua própria marca, e porque o seu clube (e o local que chamo de casa!) a “Drive 495” é considerado um dos melhores centro de treinamento de Manhattan. 

Mas o mais interessante é que teve um tema em comum em várias das palestras, que foi uma coisa que o Silas sempre reforça muito nos cursos de Educação Financeira, e que acaba se repetindo em várias outras partes da nossa vida, que é a idéia que precisamos saber onde queremos chegar, pra dai andar pra trás e conseguir fazer um plano em relação a isso. Ou seja, traçar as suas METAS desde o começo. 

Além de Don focar nesse tema, em relação ao seu negócio (’Tenha uma meta no negócio, em quanto tempo e vai pra cima!”), tanto Charlie Weingroff (“Saiba qual exercício tem como meta realizar, e depois trace todas as estratégias para conseguir chegar até ele.”) como Dan John (“É preciso traçar o caminho para levar o cliente até o destino que identificou necessário”), todos focaram na idéia de planejamento. E pra ter um planejamento, você precisa saber o fim e o início. Você precisa adquirir essas ferramentas através de conhecimento sobre o que fazer entre esses pontos A e B, porém se não souber quais são esses pontos, a estratégia se transforma em algo muito aleatório e sem sentido. Treinar por treinar. 

O que nos deixou super satisfeitos, pois dentro na nossa metodologia ADF, procuramos sempre ter ferramentas para nos mostrar onde nossos clientes se encontram no AGORA, e como traçarmos uma META alcançável, controlável, e que seja resultado das adaptações impostas nos treinos. Acreditamos no AVALIAR-CORRIGIR-FORTALECER, e isso que trazemos pra vocês, com muitas das novidades vistas nesse último Summit da Perform Better, nos dias 22 e 23 de AGOSTO. 


Não fique fora dessa e se inscreva no www.artedaforca.com.br/cursos

Abraços

Thiago Passos
Equipe ADF

Por que eu sugiro conhecer o treino com Kettlebells?

Silas Rodrigues
Equipe ADF

Eu sugiro que você conheça o treino com kettlebells por um motivo muito simples, para você aprender a desacelerar!

Um idoso ou obeso que tropeça, precisa ter condição de desacelerar. Consegue? Não. Não consegue frear o corpo, logo não Desacelera!

O mesmo obeso tem enorme dificuldade em descer escada assim como o idoso. Desacelerar o próprio peso!

Em modalidades esportivas: Um atleta tem maior probabilidade de machucar quando absorve o peso vindo do salto e não na ação do salto. Desaceleração!

Também nessas modalidades esportivas, a mudança de direção tem grande participação nas lesões dos atletas. Desaceleração com mudança de plano de movimento!

A corrida nada mais é que uma sequência de saltos por conta da fase aérea. O corpo da grande maioria de praticantes de corrida está preparado para essa sequencia enorme de pequenos saltos? Não, correr é Desacelerar.

Eu poderia ficar inventando diversos exemplos, mas já deu para entender que desacelerar nada mais é que uma ação excêntrica rápida e o seu corpo deveria ter condição de estar treinado para ela.
Agora podemos olhar para a ação do movimento em duas situações bem conhecidas. Na musculação convencional, a orientação é para que a ação excêntrica seja lenta, ou o famoso "volta devagar".

Na ação de tirar qualquer coisa pesada do chão, você tem a ação concêntrica, acelerada ou não. Mesmo que o peso chegue acima da sua cabeça, como no levantamento de peso, por exemplo, você é instruído a joga-lo no chão principalmente pelo risco de lesão.

O treinamento com kettlebells é totalmente diferente na ação muscular. Você tira o kettlebell do chão como qualquer peso, leva até a linha dos seus ombros, como no Swing, ou faz com que ele suba até acima da sua cabeça como no Snatch. Até aí tudo igual.

No entanto, o kettlebell é a única ferramenta que cria ciclos completos, ou seja, o kettlebell do chão até acima da cabeça e o inverso também acontece, vindo abaixo da pelve / quadril e assim sucessivamente.

Não tem como treinar com kettlebells sem você APRENDER treinar a desaceleração do kettlebell vindo de cima. E o melhor de tudo, ações concêntrica e excêntrica de forma rápida!

A cada repetição, a desaceleração no quadril é fundamental para que você inicie uma outra repetição, formando um ciclo.

Qual a principal articulação do salto? Quadril

Risco de lesão em idosos e obesos? Quadril

Principal articulação do chute no futebol ou arte marcial? Quadril

Enorme incidência de lesão em corredores? Quadril.

Espero que pelo menos você reflita sobre isso e veja o treinamento com kettlebells como uma ferramenta que ensina o corpo a desacelerar!


Não leia esse texto! É perda de tempo e dinheiro, ou não?


Uma explicação clássica quando se fala em educação financeira é o lance do Ativo e Passivo. Basicamente, Ativo é algo que valoriza ou te gera renda e Passivo é algo que desvaloriza ou te gera gasto.

Obviamente que investir é sinônimo de comprar ativos e qualquer despesa como comprar um carro, por exemplo, é um passivo. No entanto, se você tem uma frota de carros e você aluga, passa a ser um ativo para você. Resumindo, a diferença é a maneira que você cria, inova e busca rentabilidade para o seu dinheiro. Ativos e oportunidades estão por aí, basta você usar o seu tempo para pensar em algo para você!

Ops, TEMPO....um problema para muitos treinadores. Os caras são bem sucedidos com vários clientes, atendendo todo dia, da manhã até a noite.....mas falta o tempo! Sim, infelizmente o TEMPO é um tremendo de um ATIVO. Sabe aquela frase "Quem trabalha muito não tem tempo para ganhar dinheiro", pois é, parece que é uma boa maneira de explicar essa questão.
Outra coisa que talvez te ajude. Muitos de vocês que estão lendo esse texto, tem mil, duas mil pessoas como amigos no face ou seguidores no Insta....e o que vocês fazem com esse ativo?

Não deixe de se relacionar com a sua lista de seguidores, mas de maneira profissional e com qualidade, pois pode gerar muitos negócios e oportunidades.
Rede social não é para você saber o que a sua ex namorada anda fazendo, não mesmo.....aproveite para criar a sua marca, seja diferente, mostre e entregue valor para os seus seguidores!
Rede social não é uma rede de computadores, mas uma rede de pessoas!
Aproveite o seu tempo e a rede social, são 2 ativos extremamente fantásticos para o seu sucesso profissional!

Em 2015, valorize-se e escreva bem, pois isso poderá ser tão importante quanto o seu treino!
Att
Silas Rodrigues
Equipe ADF

O Super Segredo Revelado sobre HIPERTROFIA: Não Tem Milagre!





Esse tema é fundamental para quem treina e, sem dúvida alguma, é o assunto que reúne algumas crenças que precisamos questionar para o bem da área do treinamento físico.
Leia só mais esse, prometo que os próximos serão menores!!
Alguns pontos interessantes sobre a hipertrofia:
- Todos que treinam deveriam querer ter hipertrofia e PRINCIPALMENTE aumentar a sua força relativa, ou seja, ambos podem acontecer sem aumentar o seu peso corporal. Sabia disso?
- Se você fizer um treinamento de força, te garanto que não ficará como o Arnold Schwarzenegger, inclusive muitos que sonham com isso treinam há 10 ou 20 anos e não chegam nem perto disso. Portanto, pare com esse papo que vai levantar peso e vai ficar grandão ou grandona!
- Um treino desafiador (esses da moda do tal "funcional") que dificulta por treinar em uma base instável e gerando aquela "tremedeira", NÃO está associado ao aumento da força nem da hipertrofia. Isso mesmo, é uma grande bobagem a não ser pela propriocepção.
- Equilíbrio ou algo muito complexo pode ser desafiador, mas não eficiente. Cuidado com essa moda!
Se você NÃO agacha corretamente, no chão duro, seguindo os padrões fundamentais de movimento, o que você vai fazer em cima de uma bola?
- Treino para hipertrofia. Existe algum treino para atrofia? Isso é importante porque se existe: descanso, resistência externa (carga) ou peso corporal, hormônios controlados, alimentação adequada, TEMPO DE TENSÃO MUSCULAR (aqui o treinador é fundamental), provavelmente existirá estimulo para que haja essa CONSEQUÊNCIA FISIOLÓGICA.
Isso mesmo, não é um tipo de treino, mas algo que acontece como consequência no seu músculo. Você já deve ter percebido que algumas pessoas fazem o mesmo treino com resultados completamente diferentes.
- Cortisol é o hormônio inimigo número 1 da hipertrofia. 
Jejum, álcool, stress ou torcer para o Palmeiras pode te levar a níveis elevados de cortisol. Fique atento a isso. )
- Acreditou-se por anos na série de 8-12 repetições para maiores "consequências fisiológicas", mas na verdade o que está em jogo é o tempo de tensão muscular, ou seja, uma combinação ideal entre carga e duração da série (cuidado porque o muito leve não interessa, apesar da duração, mas com pouca TENSÃO muscular)
- Mas então eu devo fazer devagar para "pegar mais"? Talvez por conhecimento prático do treinador, ficou a ideia que a velocidade lenta levaria a maior hipertrofia, já que estamos falando de micro lesões, mas acredito que determinados exercícios sejam lentos, principalmente para que se tenha um bom controle sobre a técnica, apenas isso.
- Digo isso porque recentemente li uma tese de doutorado de um amigo que mostra alguns estudos confirmando que essas lesões musculares acontecem mais em movimentos rápidos que em lentos, e em outros estudos mostram que não há diferença, desde que se respeite um tempo de tensão muscular entre 30-45 segundos (parece ser o intervalo que gera as maiores micro lesões).
- Sendo assim, precisamos lembrar que o músculo não sabe contar até 12, não reconhece a ferramenta que você está puxando ou empurrando, mas sofre danos (positivos) em diferentes velocidades.
- Observe o corpo dos nadadores que são velocistas ou aqueles corredores de 100 metros, são fortes, com pouca gordura, hipertrofiados e acho que um pouco mais ágil que o corpo do "marombeiro".
Será que eles treinam força de forma lenta? Acredito que não e você?
Atenciosamente
Silas Rodrigues